sexta-feira, fevereiro 12, 2010

E puff, ficou tudo bem


Hoje, não vos vou chatear muito, mas tenho de dizer isto. Escrever, vá.
Se há coisinha que me irrita é quando vejo determinadas pessoas na televisão dizerem: "eu assumo a minha responsabilidade".
Mas que merda é esta?
Tudo bem. É bonito assumirem a barracada que deram, mas e depois?
É só dizerem que assumem as suas responsabilidades e pronto? Está tudo desculpado e resolvido?
Isto é que é evolução.
Há uns anos atrás, se o ministro das finanças dissesse que foi supreendido pelo défice ia para o galheiro, ou punham-no a cavar vinha. Se o dirigente do Sporting dissesse que assumia a sua responsabilidade pelos maus resultados ia para a rua e "escorregava numa casca de banana" e ia para ao hospital.
Mas agora não.
Se o Bin Ladden soubesse disto e não fosse orgulhoso, assumia as suas responsabilidades e estava tudo perdoado a amigos como antes, ou antes do antes.
E que tal assumirem as responsabilidades com o vosso bolso? Que achavas disso Salema Garção?
Ou assume-se porque recebeu a herança de outros e por isso não tem nada a ver com a merda que está instalada e então, como não tem culpa diz estas palavras para parecer bonito?
Outra coisa que dizem muito, sobretudo no futebol, é pedirem desculpa aos adeptos quando perdem.
E já está. Pedem desculpa e está tudo bem.
A esses meninos mimados que recebem milhões e têm o valor de tostões em campo era deixa-los na praia de Faro e irem a nado, ou pelo lodo, até à ilha do Farol com maré vazia e cada um tinha de apanhar pelo caminho, pelo menos, 3 caranguejos morraceiros.

Pedir desculpas e assumir responsabilidades é como fazer festinhas na cabeça, é bonito, mas não resolve nada, nem acalma ninguém.

Enfim, é Carnaval e ninguém leva a mal.
"Dizem que paxaxa é água,
Paxaxa não é água não
Paxaxa leva no alambique
E a água vem do rio beirão."
(Sinto-me tão moderno por usar um "x" em todas as palavras que têm o som de "x", como por exemplo, "xuva").

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Aprender com os erros


Pessoal, atenção aos pormenores e aprendam com os erros dos outros.
Se esta mulher estava a humedecer de forma a ligar os desumidificadores do prédio, ao ver aquilo, iniciou, automaticamente, o processo de auto-secagem e de centrifugação no estômago.
Ah. De assinalar que ontem foi o dia mundial das partes húmidas. Não estou a gozar. Foi o que ouvi numa estação de radio. Até que enfim, um dia mundial de algo com nexo e valor suficiente para ser assinalado como dia mundial.
O ser humano é como a erva. Sem humidade no sítio certo, acaba por secar e ao roçar nela ficamos arranhados, correndo o risco de rasgar.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Fim de semana calmo


E lá se foi o fim de semana.
É verdade. Tive um fim de semana calminho. Sim, que o dinheirinho não estica (sim, também não tive nenhum desafio espectacular - se é para poupar, ou é aliciante, ou chuta-se para o lado).
E que maravilhoso fim de semana foi este. Acordar, no Sábado e no Domingo sem sentir a garganta seca, arrotar ainda a alcool, cheirar a fumo e ter o cabelo pastoso.
Que maravilha. Nem estava de rastos com o cansaço e consegui ajudar o meu pai na horta sem cair logo para o lado após a 3ª cavadela. Espetáculo.
E melhor, não gastei um tostão. Pronto, paguei um cafezinho e gastei algum gasóleo. Tirando isso, impecável.
Parecia um dia semana, mas sem ir trabalhar.
Uma manhã de Sábado, ou de Domingo, sem ter de semi-fechar os olhos com a luz do sol enquanto tentamos descubrir a caminha esperando que ela não comece a mexer-se e que ninguém ligue nas 12 horas seguintes.
É sempre nesses momentos que nos ligam: no dia seguinte, pós ramboia, antes de passadas 12 horas.
-"Então, aquilo é que foi, hã?" - ligam normalmente para dizer este tipo de merdas e depois admiram-se que um gajo, ou não atende, ou diz que está a ficar sem bateria e desliga.

Se vives com os teus pais, então tens outra barreira: o almoço.
Palavras da mãezinha ao meio dia:
-"O almoço está quase pronto. É feijoada." - man, quem é que perguntou alguma coisa? Que voz esganiçada era aquela que me rogou uma praga chamada feijoada? Alguém que me abata, porque não vou conseguir continuar a competir com estas condições.

12h45
-"Filho, o almoço está na mesa. Vá." - quero lá saber disso, mas se não for pode haver bronca, ou mostrar que tive uma noite de alcool e gastadora. Uma garfada de feijão também não vai matar e levantas-te e vais disfarçar para a cozinha. Estúpido, tresandas a alcool de tal forma que até o gato fugiu para a rua. O teu pai está rir e a imaginar quantas gajas terás comido no carro e a tua mãe tenta disfarçar e espera que pelo menos não tenhas fumado drogas.

Se estiveres em casa da avó é um pouco dferente:
Palavras da avozinha às 10h
-"Levanta-te, que já é tarde." - ignoras e fazes uma reza para que aquela voz não se ouça tão cedo.

11h
-"Que queres almoçar?" - diz a avó.
-"Qualquer coisa."
-"Mas se tu disseres o que queres, eu posso ver se há para fazer."
-"Oh mulher, faz o que te apetecer." - quero dormir, punheta. Quero lá saber do almoço (estas últimas palavras só podem ser pensadas).
-"E se eu fizer um franguinho com tomate?" - ai mãe, que me quer matar.
-"Pode ser." - dizes em desespero para que se vá embora.
Mas a avó não se vai embora, porque ainda vai querer saber o que queres para acompanhar o frango e se vais mesmo almoçar em casa.
Tudo isto é um luxo, mas depois de um concerto de copofonia, durante uma noite inteira, passa a castigo e não conseguimos dar valor.
Duas horas depois, vai ao teu quarto sem bater à porta, claro está e começa a saga para ir almoçar:
-"O almoço está pronto. Ainda não queres vir?" - diz a avozinha.
-"Já vou." - mentiroso.
-"Estás bem, filho? Estás doente? - diz a avozinha meia hora depois de espera sentada à mesa a olhar para a televisão.
-"Estou." - sim, estás a mentir outra vez.
-"Mas não vens comer. Comeste alguma coisa que te fez mal? Andas por aí a comer porcarias." - ah, santa ingenuidade.
E a única forma de acabar esta conversa sem ser bruto, é mesmo ir comer.

No fundo, isto é como fazer um minete a uma gaja depois de uma noite de queima: são pequenos sacrifícios, para se ter e manter um bem maior.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

quinta-feira, janeiro 28, 2010

Agora, compreendo-vos


Desde o meu último post, achei que devia parar de escrever sobre determinadas porcarias.
E como foi que tive esta iluminação?
Simples. Apanhei o autocarro para Lisboa (calma, este é o início da história e não me apeteceu fazer parágrafo o que pode dar azo, propositado, a segundas interpretações).
Lá estava eu no terminal dos autocarros à espera do respectivo e chega um gajo com um andar estranho. Parecia que vinha todo borrado e por cada passo que dava mexia o tronco para a frente e para trás, inclinando-se para a frente e para trás. Ele devia chamar-lhes estilo. Eu digo que estava cagado.
O gajo senta-se no banco como se estivesse no sofá de casa e para passar o tempo, achou que devia entreter-se a escarrar para o chão. Era quase uma de dois em dois minutos. Um nojo impressionante.
Chegou o autocarro. Finalmente ia acabar aquela porcaria para a minha vista.
Entrei e o gajo também.
De facto, parou a porcaria para a minha vista, mas não para os meus ouvidos. Passou metade da viagem a fazer barulhos com a garganta como se estivesse a formar a respectiva, mas sem cuspir (nem quero pensar no que lhes fazia).
Tentei distrair-me e pensar em gajas famosas a correrem nuas para me apanharem e comerem-me como se não houvesse amanhã. Nisto, o cabrão da frente começa a ressonar.
Santa punheta. Será possível? A sinfonia do gajo de trás com o gajo da frente era um incentivo a tornar-me num hooligan dos autocarros. A raiva estava a a sair por todas as células do meu corpo.
Pronto. Vamos ouvir música. Merda, passado um bocadinho acabou a porra da pilha. Felizmente, já faltava pouco para chegar e os barulhos tinham acabado. Iupi. Vejo uma miudinha de dois bancos à frente, pôr-se de joelhos no banco e virar-se para trás.
"Para fazer o quê?" - dirão vocês.
Calma punheta, que estou a contar a história.
Virou-se para trás e começou a contar as piadas mais secas que já ouvi na minha vida. Do pior.
A viagem chega ao fim. Finalmente.
Saio do autocarro, ouço ainda a última escarreta do gajo que saiu a seguir e fui à procura da garrafa de vinho mais próxima e de um bocadinho de comida para acompanhar.
Ou seja, esta viagem foi remédio santo para parar de escrever sobre as minhas nojices. Nada como pôr-me na posição da outra pessoa.

Para quem ficou a pensar na Santa punheta, não, não tem dia feriado.

Beijinhos no sítio do costume,
Almancil

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Haverá pior post?


Ele há coisas impressionantes.
Acabei de descobrir que uma rapariga que conheço casou.
Até aqui nada de extraordinário.
A mulher era uma coscuvilheira de primeira, uma má língua e tinha a fama de nem dar grandes "ripadas". Mesmo assim casou-se.
Será que o gajo sabe destas características? Será que as aprecia?
Deixar de ser coscuvilheira não é fácil. É um pilar da sua personalidade, mas dar más "foiradas" das duas uma: ou é mesmo dela e nunca mudará, porque não consegue melhor, ou era falta de aprendizagem (duvido, porque ainda passou por alguns).
Logo, ou o homem não gosta de sexo (pode gostar, mas será que gosta com mulheres), ou para ele, desde que se venha, está bom (como ela é gira e boa, basta imagina-la a fazer isto e aquilo).
Pior. Os gajos que já a comeram podem olhar para eles e pensar "Eheheh, ela não engole, nem põe o cú à defesa e só gosta de duas posições, onde de vez em quando, tentas encontrar a pulsação para saber se ainda está viva. Estás lixado." No entanto, pode ter evoluído e ser agora uma máquina de ordenha.
(Porra.
Expirei com força pelo nariz e saiu merda. Não consigo ver para onde foi, nem tenho espelhos aqui por perto. Merda.
Passei a mão pela cara. Nada. Estou a olhar para a roupa. Zero.
Hum, será que está no monitor? Não.
Man. Para onde foste gorila de um cabrão.
Ah. Encontrei. Está dentro da manga da camisa. Que nojo. Parece um ser de outro planeta a tentar fundir o meu braço com a minha camisa.)
Acabei de ler este post do início.
Se alguma vez pensaram que era impossível baixar o nível deste blog, pensem melhor outra vez.
Tenho de ficar por aqui.
Estou escandalizado com o que acabei de escrever.
Podia não editar este post. Podia, mas não seria a mesma coisa.

Calma. Ligaram agora. Perguntei quem falava e a senhora responde que era de uma empresa. Ainda bem que as pessoas explicam e têm uma identidade tão própria.

Beijinhos no sítio do costume
Almancil

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Alguém tem um guarda-chuva?


A vida não é nada simples:
Gaja - Queres combinar alguma coisa, hoje?
Gajo - Hoje, não sei bem que me apetece fazer. Queres jantar em casa, fora, ir beber um copo...
Gaja - Tanto faz. O que te apetece?
Gajo - Para mim tanto faz.
Gaja - A mim, também. Escolhe tu.
Gajo - Se me apetecesse alguma coisa, informava o que iamos fazer. Como tanto faz, para mim, estou a pedir uma ajudinha. - diz o macho a tentar marcar posição sem ser preciso escarrar para o chão (o chamado "macho civilizado").
Gaja - Pois tu é que sabes.
Gajo - Então, vai pensando e encontramo-nos às 21h.
Às 21h.
Gajo - Então? Que se faz?
Gaja - Oh, decide tu.
Gajo - Oh rapariga. Não te apetece fazer nada? Não tens uma opinião? Honra todas aquelas mulheres que deram o que tinham pela igualdade entre os sexos. - diz o gajo à espera que espevitar a gaja.
Gaja - E tu não sabes decidir? - numa tentativa de passar a pressão para o lado.
Gajo - Mas eu já dei hipóteses. Há alguma que te puxe mais?
Gaja - Parecem todas muito bem.
Às 21h30 ainda dentro do carro e a decidir:
Gajo - Agora, esquece comer em casa, que não se comprou nada e está a ficar tarde. Queres ir jantar a algum sítio?
Gaja - Preferia jantar em casa. - F******, C******...
Gajo - Agora, onde vou comprar alguma coisa? Só se formos ao jumbo, mas vamos jantar lá para a meia noite.
Gaja - Assim não. Bolas, não sabes decidir logo tudo? - tantos sacrifícios de tantas fêmeas para isto.
Gajo - Mas tinhas dito que desta vez eras tu a orientar a cena. - em tom de gozo, para desanuviar e mostrar que está tudo na boa.
Às 22h no macdonald's com um menu big mac, uma garrafa de água e vontade de lhe enfiar o guarda-chuva no cú e abri-lo.
Conclusão: a igualdade para as mulheres é como o cú. Têm, mas só usam para o que querem, dando sempre a ilusão que está à mão de "semear".

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

quarta-feira, janeiro 13, 2010

Ah, Bom Velho Salazar


"Ah, Bom Velho Salazar" - é a típica frase com que o meu pai nos brinda durante o jantar e sempre que começa a rubrica sobre assaltos.
Vejamos, primeiro, um assalto a uma ourivesaria em que os donos são brutalmente agredidos; depois, uma violação seguida de roubo numa casa de uns turistas Ingleses; seguidamente, ocorre a descrição de uma violação em Lisboa; e, cereja em cima do bolo, uma assalto a um banco com tiros à queima-roupa, em que o segurança só não foi desta para melhor por milagre.
E as pessoas limitam-se a dizer, se dessem poder à polícia.
Parece-me que a policia tem poderes e atribuições suficientes. Agora, convinha era estarem onde são precisos. Andamos pela baixa de uma qualquer cidade e zero policia, acidentalmente aparece um “merdas” de um polícia municipal que anda à “caça”.
Às vezes não é necessário ter força mas saber demonstrá-la.
Bom, ninguém parece estar interessado na mulher que foi violada, o ourives agredido ou o tipo que, por morar junto de um bairro social tem de levar com violência diária.
O que representará a total ausência de Estado para proteger os seus nacionais?
Que é feito dos nossos partidos?
Pergunto: estaremos condenados a ser um Brasil?
No Courrier Internacional deste mês, a respeito da violência em cidades como S. Paulo, Rio de Janeiro, são descritos como origem da violência que descambou os pequenos assaltos a residências, bancos.
Dir-me-ão, “mas isso nunca acontecerá aqui”, pois bem, também era impossível ocorrer uma crise económica como esta.
Procuro um argumento contrário ao do meu pai.
Se alguém souber.
Abraço Bacante
Sardinha

terça-feira, janeiro 12, 2010

As Ferroadas


Sim, eu sei que vocês já devem estar à espera deste post há uns dias e que não vou surpreender, mas mesmo assim aqui vai.
Sim, vou falar do que toda a gente fala nestes últimos dias para fazer esquecer o assunto "orçamento de estado". Sim, vou falar sobre a vida sexual das abelhas na Patagónia. (como o autor ainda consegue surpreender)
Como é que a abelha consegue mandar as dela num sítio daqueles?
E se houver poucas fêmeas? (hum, o que virá aí?)
Começam a masturbar-se no arame farpado mais próximo, ou passarão os machos a "pregar ferroadas" uns aos outros (pronto, já deu início ao assunto da homossexualidade)?
Será que as abelhas passavam a ser homossexuais?
Mas lá não podiam casar. (brilhante como o autor dá a volta ao assunto para puxar para o casamento gay, mesmo quando toda a gente devia estar à espera de saber como acabaria na novela na colmeia)
Será que assistiamos a uma debandada das abelhas da Patagónia para Portugal?
Sim, para quem ainda não sabe, a lei sobre o casamento gay já foi aprovada. Já falta pouco para os homossexuais poderem casar em Portugal.
E todos nós sabemos o que isso significa.
Não, punheta, não é um incentivo para o aumento da comunidade gay em Portugal, se bem que não é mal visto:
-"Bolas, não há bilhetes para ver o jogo. E se nos enrabassemos para ver se gostamos? Dizem que quem experimenta, já não volta e agora até podemos casar."
Não me parece que deixe de haver bilhetes para os jogos de futebol, mas pelo sim, pelo não, é melhor passar a compra-los com antecedência.
A possibilidade dada aos homossexuais de se casarem é uma boa notícia, mesmo para os heteressexuais:
1 - caso seja um incentivo, os hetero passam a ter mais mercado junto do sexo oposto.
2 - bom para quintas e serviços de cattering.
3 - mais divórcios para alimentar os advogados.
Esta sim, é uma medida para impulsionar a nossa economia, até porque, assim que seja possível, começam a casar-se que nem umas doidas. É a chamada "tesão de mijo". Não interessa se acham que estão a casar com uma pessoa para ser sua companheira para sempre. O que interessa é usar o direito que há muito queriam.
Por isso, toca a casar, até porque todos sabemos que a vida de um casal passa a ser completamente diferente depois do casamento e ainda ganham mais um direito: o divórcio.
Hã. Que maravilha. Só ganhar direitos. Seus malandros.
Eu acho que o casamento gay vai ser como os centros comerciais. Todos querem ser os primeiros a experimentar no início, mas depois tudo volta à normalidade e alguns até ficam às moscas.
Tudo tem vantagens e desvantagens.
O último sismo do qual todos tanto falaram, por exemplo. É verdade que rachou umas paredes e tal, mas já imaginaram quantos pares de mamas foram abanados ao mesmo tempo?

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

quinta-feira, janeiro 07, 2010

AAAAAAIIIIIIII, malvado


"Ai, Lelo..." - é assim que começa uma referência ao cigano, ou quando alguém quer imitar um cigano.
As pessoas associam aos ciganos as feiras, os acampamentos, as carroças, os putos nús a sorverem o ranho, os casamentos,...
Mas qual o maior mistério da raça cigana para o "não cigano"?
Eu respondo: as ciganas.
Sabemos que têm de casar virgens, têm de ter o cabelo comprido, mas será que só o cabelo da cabeça é que tem de ser comprido? Será que se depilam, ou são farfalhudas? E se se depilam, podem aparar a rata?
Esta era uma questão pertinente até há bem pouco tempo para mim.
Esta semana estava uma cigana na rua, sentada no chão, a pedir dinheiro. Até aqui nada de anormal.
Qual acham que era o truque para derreter os cubos de gelo que passavam ao seu lado e deixarem uma moeda? Um puto ao colo? Dois? Fazer uma cara triste?
Nada disso. Estava sentada no chão, de perna aberta e de saia ligeiramente levantada. Só não via quem não queria.
E não é que tinha saída?
De facto, as gajas são lixadas e os machos são mesmo estúpidos.
Um gajo paga para ver a Mona Lisa, porque não pagar também para ver a "Mona Rachada Pintelhuda"?
O saber abrir as pernas é uma arte e isso tem o seu preço.
Eu é que não dava para cigano. Casar-me com uma virgem? Deve ser. "Pára que está a doer" (dor de tomates certa); "Não ponho isso na boca. Parece nojento." (sempre a mesma merda); "Detesto nhenha. Se te vens na minha boca vomito-te em cima" (merda, tenho de procurar outra, ou ir às putas que até sai mais barato e é certinho); "no cú? Se o cagalhão que larguei ontem doeu, quanto mais uma merda dessas" (quem manda ser grande?)
O que é certo é que se eu fosse cigano tinha mais cabelo. Já viram algum cigano careca? Ah pois é. Nada como a sujidade para ganhar calo.

Mesmo assim deixo o conselho: passem as virgens a outro com mais paciência e aproveitem as ensinadas. Menos trabalho, outro conforto.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

terça-feira, janeiro 05, 2010

Dar e Receber


Olá, "famila".
Não, o alcool não deu cabo de mim. Aliás, como poderia estragar, se o alcool conserva?
"E ao quinto dia de passagem de ano, ele descansou e ingeriu um golinho de água" - palavra do senhor que me viu a beber água.
É verdade. E vejam só. Assim que engoli a água, engasguei-me logo.
Conclusão, a água não deve fazer assim tanto bem à saúde, uma vez que o corpo manifesta-se em sentido contrário.
Se te engasgares com o vinho, ou cerveja, ao ponto de sair pelo nariz (sim, também já aconteceu), só faz bem, porque desinfecta as vias respiratórias.
Com água, lava mas não desinfecta.
E que estranho é ver os únicos raios de sol do dia, apenas quando me vou deitar.
Desta forma, acordar de noite outra vez, é como se nunca tivesses saído da festa.
Sim, houve "mines", vinho e uma garrafa de bacardi para desenjoar a cerveja.
Boa música, pratos espectaculares (nem podia ser de outra forma, tendo em conta quem foi o cozinheiro) e o melhor de tudo, a companhia.
Mandem bocas, ao meu forno a lenha, seus cabrões. Mandem. O que é certo, é que o cabrão do javali ficou um mimo.
Enfim, bebedeiras à parte, tenho de falar numa coisa que também marcou esta época: as prendas de natal.
Ai Natal, coisa linda, amor e paz. Tudo bem, mas e as prendas?
O que seria do Natal, sem o chocolate e a peúga?
Aliás, as primeiras coisas que o Grinch roubou, foram as peúgas e os perfumes.
Mas essa época traz outros sentimentos, nomeadamente aquele que sentimos quando recebemos uma prenda de alguém que não estavamos à espera e para quem não compramos nada.
O que fazer?
Ir à pressa comprar qualquer coisa?
Embrulhar uma caixa de "ferrerro rochés"?
Ou agradecer e pensarmos: "Olha que maravilha. Esta é uma época de dar e não de receber."
Esta última alternativa é fantástica, sobretudo porque é aquela que nos faz poupar algum dinheiro na compra de algo sem significado só para dizer que também compramos.
O verso da medalha é que, provavelmente, deve haver mais pessoas com esta ideia, o que significa que podes ser alvo desta crença.
Mas o verbo "dar" é dos mais bonitos, senão vejamos: "dar amor", "dar prendas", "dar carinho", "dar uma mãozinha", "dar uma", "dar a pássara",...
E o que seria do verbo "dar" sem o verbo "receber": "receber amor", "receber prendas", "receber o cuzinho", receber um broche",...
Sim, acho que gosto mais do verbo "receber".

"Dêem" e "recebam" muito.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

domingo, janeiro 03, 2010

Cuidado ao cair!


Campanha publicitária patrocinada pelo hospital de Almancil devido à constante ocorrencia dos factos descritos no vídeo por um anónimo jovem advogado que desde o incidente do supermercado passou a sentir o mundo de outra forma.

segunda-feira, dezembro 28, 2009

Wrong, or right hole

Aqui vos deixo uma balada para ouvirem com aquela pessoa de quem gostam e querem ver ao vosso lado durante toda a vossa vida.
Pequenos enganos. E depois? Acontece.
Mas lembrem-se de não serem precipitados como o homem do videoclip.
O homem pensava que tinha feito merda, mas era na merda que ele devia ter ficado em vez de o tirar logo com medo de a assustar.
Mais. No cú, confiando na pessoa nem é preciso pílula, nem perde o efeito com diarreia. Antes pelo contrário, até ajuda.

O cú é como os buracos negros do espaço. Uns têm medo, outros têm curiosidade, mas todos ambicionam lá ir um dia.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

sábado, dezembro 26, 2009

Curtas, mas grossas


Então, que tal de Natal?
Tiveram a sorte da prenda da mulher nua só com o barrete do pai natal? O mais parecido que tive com isso, foi lamber os bordos de um copo de brandy para aproveitar as últimas pingas, com o barrete do pai natal. Enfim, cada um tem o que merece.
Mais alguém acha que o cabrão do pai natal é de esquerda?
Um gajo com barbas de marx e vestido de vermelho, poderá ser de outro partido que não do PC?
"Ah, mas ele é uma criação dos americanos." - dirão vocês.
EEEEEEEEEEEEEEEEEE, deve ter sido criado por americanos comunistas ("americanos comunistas", que moca)
Continuando, como prémio de consolo, recebi um pack de peúgas brancas (sim, foi uma amiga da minha avó que mas ofereceu; não é mito), o tal ferrero rocher e o tal perfume acompanhado de uma camisa. O que seria do Natal sem estas prendas?
Qual é o problema das peúgas serem brancas? Ninguém gosta de peúgas desta cor, porquê? Só porque parece que tens o pé engessado? Ou porque parece que estás a imitar um estilo longínquo do Michael Jackson?
É também uma época de mensagens engraçadas sobre a vida sexual do pai natal e sobre as problemáticas do presépio.
No entanto, senti que este ano, o telemóvel teve menos impacto. Lembro-me de natais em que recebi "N" mensagens, precisamente na mesma época que recebia e mandava toques para telemóveis só para dizer que estava a lembrar-me daquela pessoa. Se, hoje, alguém me mandasse um toque, pensava "man, que foi isto? Ficou sem bateria, ou quê?".
Sinais de velhice?
Nem pensar. Sinal de evolução.
Mesmo assim, essa evolução tem contras.
Ligar para alguém que não atende, pode ser uma tortura, ou porque temos urgência em falar com a pessoa, ou porque queremos dizer "olá".
Aliás, não ligar logo a seguir pode ser um truque. "Vou deixa-lo/a suar um bocadinho que eu já ligo" - poderão alguns pensar.
Meus amigos, nada mais errado. Eu já usei esse truque e até pode resultar às vezes, mas estiveste a perder tempo com uma táctica que tem mais probabilidade de arrefecer, ou aborrecer a outra pessoa. Para quê? Durante esse tempo, podias estar a receber uma chamada para tóquio, mas não, vamos lá deixa-la suar.
Podias tê-la contigo, de cabelo solto, com um fio dental altamente, mas em vez disso estás a deixar passar tempo e ocupas-te a ver telesivão para transmitires a ideia de castigador. Please.
Fio dental.
Ontem, esse tema foi abordado num jantar com amigos.
Porquê chamar fio dental a um pedaço de tecido que serve para aconchegar a rata e enfiar a outra parte entre as nalgas?
Não teria mais lógica chamar-lhe "fio conal".
"Fio dental" é para os dentes.
Desde quando o cú tem dentes? Hum, um cú com dentes para dar dentadinhas. Hum.
Voltando. O mais parecido são os lábios da "passarola", mas não se justifica.

sexta-feira, dezembro 25, 2009

Feliz Natal


Feliz natal, "famila".
O que é o Natal, afinal?
O Natal é família, bacalhau, prendas, amor, pai natal, vinho, conhaque, mulher nua só com o barrete do pai natal, "Sozinho em casa" na televisão, Natal dos hospitais e episódio especial dos morangos com açucar.
Há pessoas qu edesejam um "santo natal".
Não desfazendo, mas que é isso? "Santo Natal"? Estarão a desejar um natal sem ripadas? Ou um Natal com santas ripadas?
Enfim, acho que prefiro o "feliz natal".
Resumindo e evitando o caminho das sms engraçadas desta altura do ano, Feliz Natal, punheta, para todos os que acompanham e para os que não acompanham este blog (para os que não acompanham visto que não o estão a ler tenho a dizer uma coisa: toscos, como é possível não acompanharem este blog) e tentem festejar e beber mais do que eu. Eheheh.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

sexta-feira, dezembro 18, 2009

Defecar


Ora aqui está uma mensagem perfeitamente perceptível por todos.
O autor é, de facto, extraordinário.
A forma como compila a experiência de campo, com a teoria, finalizando com o senso comum.
Muito bom, sim senhor.
O ritmo também não foi escolhido ao calhas.
É aquilo a que chamo de "ritmo do tarolo" - com calma, devagarinho para não arranhar as paredes e de forma relaxante.
Há pessoas que sentem prazer no acto de evacuação, outras pouco sentem, porque em vez de cagar, deixam cair, outros vão caiando as paredes e outros como eu, apenas sentem alívio.
Porquê alívio?
Porque põe o fim a uma aflicção, a qual, por vezes, nos dá suores frios e perda de força nas pernas (sim a força tem de estar nas zona das nalgas e as pernas são secundárias).
E tu? Do que serias capaz para ter uma sanita, ou um arbusto ramudo, quando tens o maganito à porta e com as nalguinhas quase dormentes com força que estás a fazer?
Uns dirão que davam uma fortuna, outros fariam outras coisas menos próprias. Eu, hum, se tinha de dar alguma coisa exagerada por uma sanita, ou por um arbusto ramudo, simplesmente procurava uma árvore. Se não houvesse, os meus boxers são justos e acho que aguentavam o peso até casa.
E vocês perguntam: "Mas de que estás a falar?"
E eu respondo: "De merda, claro."

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Sítios cheios como um ovo


Há muita gente que gosta de sítios cheios. Quando falo de "sítios" falo de bares, discotecas,... locais de convívio, vá.
Eu próprio gosto de ir a estes sítios e de vê-los compostos, com muita gente, mas de forma a conseguir mexer-me para além dos olhos.
Quando está uma multidão dentro de uma casa, tudo bem que podemos dar umas apalpadelas, levantar a mão para coçar a cabeça e lá se sente mais uma maminha,... e isto é bonito, mas e o resto?
E não conseguir chegar à bica da cerveja? Querer beber um copo com os amigos e o mais parecido que se consegue é sentir o cheiro dos copos dos outros, ou de um arroto perdido, ou mesmo a vodka que nos entornaram por cima?
Mas há pior (para mim, claro).
E por pior, entendo que seja um sítio com muita gente, onde se consegua chegar à bica, ou à grade.
Estranho? Nada disso.
Um gajo pede uma cerveja. Mas não se vai ficar por aí (a não ser que seja um preço enrabador). E continua a pedir.
A certa altura, a cerveja diz que tem de sair e o Zé Tolas pede para falar contigo a sós. Vais para um sítio, o qual chamo carinhosamente de "casa de banho", WC para os amigos, onde possam estar mais à vontade.
No entanto, a merda do bar está cheio e só consegues ter espaço para pedir copos (está bem, fiquei encostado ao balcão e depois?). Há fila para a casa de banho dos homens (onde nós já chegamos).
Algum dos machos que esteja a ler isto sabia que quando há fila para a casa de banho devemos ir logo para a fila antes de estarmos aflitos? Eu já sei, graças a duas, ou três pinguinhas.
Ah, finalmente, chega a nossa vez. Entro na casa de banho e reparo que existe um urinol comunitário. Please. Eu sou de direita. Eu gosto de urinar à vontade para o meu urinol sem ter gajos encontados à esquerda e à direita a tentar ganhar "espaço de mijo". Mais, para este acto, é preciso descontrair. Como é que se descontrai com cabrões a empurrar para ganhar posição?
Aquela merda lá acalma e depois de muitos entrarem e sairem da casa de banho, lá fico com mais espaço. É agora. É merda. Chega um bêbedo que empurra a porta e dá-me com ela na mona. O Zé Tolas contrai outra vez.
Tento pensar que estou a urinar para a cara de alguém que gosto menos. Eheheh. A imagem é linda, mas continuo sem conseguir, porque o bêbedo está a comparar tamanhos. Depois começa-se a abanar e a regar o urinol todo. Sim, senti uma pingunha na minha mão esquerda. AAAAAAAAAHHHHHHHHHHH.
Chega. Vou para a sanita que finalmente ficou desocupada. Man, que cheiro. O gajo que esteve ali antes estava morto e ainda ninguém lhe entregou a certidão de óbito.
Não consigo. O cheiro está matar-me. O cú daquele cabrão deve estar ligado às câmaras de gás do canil da zona.
Com tanta merda, saio da casa de banho, porque parece que a vontade passou. Chego ao pé do pessoal e já tenho uma imperial à espera. Começo a beber. Volta a vontade. Merda. E agora?
Não consigo falar. Só sorrio. O pessoal pensa que estou bêbedo e que estive a fumar uma ganza na casa de banho pelo tempo que demorei.
Volto à casa de banho. Mais uma tentativa. Impossível. Não havia fila, mas os empurrões continuam. Não consigo concentrar-me.
Saio. O pessoal olha para mim com cara de preocupado e da ganza passam a pensar que tanta casa de banho deve ser coca.
Um deles está muito bêbedo e quer ir para casa. Salto logo para a frente e digo que o vou levar a casa.
Sinto o olhar preocupado de todos fixado em mim e nele, como se fosse leva-lo para maus caminhos.
PORRA, só quero mijar, punheta.
Lá saimos. Na viagem de carro, parece que tenho um garrafão de 5 litros dentro de mim, que chocalha a cada lomba que apanhamos.
Chego a casa. Salvação. Mijadela com peidaria. Ah, que alívio. Quero lá saber se estão gajas em casa, ou se o autoclismo está entupido. As gajas têm orgasmos múltiplos? Pois, eu estou a libertar mijo acumulado de horas. Ahahah. Vejam se batem esta sensação e com mesma duração de alegria.
E pronto, lá se acabou uma linda noite de ramboia com os amigos em que estou na cama a pensar no que teria sido se eu tivesse mijado antes e onde descobri que existem pessoas que conseguem urinar a dois metros do urinol.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Bidés e borbotos


Pessoal, amigos no geral, cabrões no particular,
Hoje venho falar de algo que ultrapassa a compreensão do ser humano. Sim, estou a falar do "bidé".
É verdade. Essa louça da casa de banho pouco, ou nada, usada, mas a qual tem de estar presente nas nossas casas de banho.
Para quê, pergunto eu?
Para lavar os pés? As partes baixas? O cú? A cabeça?
Isso, para mim não é banho checo, é lavar por partes, como fazia a minha bisavó, mas a sra. não sabia o que era uma banheira.
Sabem o que é uma banheiras, utilizadores de bidés?
Enfim. Mas se a minha casa de banho não tiver bidé, vou ouvir merdas como:
-"Man, não tens bidé na tua casa de banho? Ahahah." - mesmo que o cabrão que está a rir não o utilize na sua casa.
Ou seja, o bidé é como a Linda Reis. Toda a gente sabe onde está, para que serve, mas ninguém lá vai a não ser por extrema necessidade.
Ontem, um gajo passou por mim e disse:
-"Olá, está tudo bem?" - e continuou a andar.
Para quê a porra da pergunta se não estava interessado na resposta?
-"Olha, nem por isso. Tenho um pêlo encravado entre as nalgas, mas custa-me virar o cú para o médico e afastar as bochechas, porque sogre de gases." - já o "perguntador" estaria a uma distância de 100 metros e a cagar para se estava bem, ou não.
Mas as pessoas fazem perguntas assim sem querer saber a resposta. Por que não ficam pelo "olá"?
E porque motivo alguém fica ofendido se lhe chamarem o nome de um animal, como por exemplo "camelo"?
É porque está a dizer que tem as bolas em cima das costas? Estará a dizer que o gajo é peludo? E se lhe chamasse "peluche"? É porque o camelo é montado por pessoas, ou porque caga às bolinhas?
Enfim, vai-se lá perceber o que as pessoas querem dizer.
Se alguém nos chamar "cara de cú", devemos ficar lixados?
O que é um cú? Não Sengo, não é para comer. Aliás, também, mas não é o caso.
Estaria a pessoa a dizer que temos um buraco quente e sujo na cara? A isso chamo de nariz com macacos.
Estará a referir-se às nalgas e diz que a nossa cara é redonda e macia, ou que é flácida? Estará a falar de algum cú em especial?
Isto é ofensivo, se gostarmos de cús?
Enfim, alguém instituiu que estas e outras expressões eram ofensivas e pronto.
No entanto, admito que chamar cabrão, ou algo semelhante a alguém que me irrita é libertador.
E perguntam-me vocês:
-"Oh cabrão, ofendes-te se te chamar "filho de corno?"
Não percebi que merda de pergunta vem a ser essa, mas fiquemos por aqui.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

domingo, dezembro 06, 2009

Pois é assim


A televisão, sem dúvida, está virada para as velhas e pessoas com problemas emocionais, ou sem vida própria.
A partir das 21h30, sensivelmente, levamos com o quê? Novelas. E quando pensamos que já acabou a novela, vem o quê? Novela. Fartamo-nos, olhamos para a programação da Nova Gente e vemos que vai dar um filme porreiro na TVI. A seguir a quê? À terceira novela que passa de empreitada.
Conclusão: as nossas televisões devem mesmo partir do princípio que o português não tem vida e precisa de se inspirar nas vidas retratadas nas novelas.
Não está mal pensado, mas esquecem-se de ajudar quem precisa de relaxar e "meter as mãos ao trabalho".
Onde estão as gajas semi nuas em programas como o antigo "Água na Boca"?
Quem não se lembra das "meninas chin-chin" e de ouvir o apresentador a dizer qualquer coisa como:
- "E alora 5 mil fitxes para mostrare la ratola." - italiano brilhante, deverão estar a pensar.
Companheiros e companheiras, mas o que importa o que o homem dizia? Desde que ouvesse mamas a saltitar e o strip integral no final do programa, o resto ficava no arquivo para apagar assim que possível.
Mas pronto. Esse lindo programa foi para o galheiro. Ga-lhei-ro.
Porquê? Porque as gajas não viam aquilo.
Passarem a procissão das velas, está bem. Gajas a despirem-se, não.
Seremos nós um país de beatas e falsos púdicos?
Não acredito que seja bem assim.
Elas é que são mais do que nós, machos.
Ponham um programa com os irmãos Guedes e o Rodrigo Santoro a despirem-se e é sentir a humidade no ar a aumentar. Até as velhas viam e tiravam o pó da serpentina.
Ainda ontem, estava a ver publicidade na televisão (o meu programa preferido da televisão depois das 21h30) e descobri que existem comprimidos vaginais.
Comprimidos vaginais.
E eu pensei cá para mim:
-"Está correcto. Não são rejeitados com vómitos e não atacam o estômago."
Eu sempre disse que os supositórios, nas mulheres, deviam ser aplicados com cuidado, para evitar enganos. Chegas ao cruzamento e não sabes para que lado deves virar. Sim, porque os dedos não têm GPS.
Pois estes comprimidos nasceram disso mesmo, de um engano na rota. E puff, fez-se o comprimido vaginal.
E não me admirava que um dia inventassem um charope em que tinhas de um usar "o esfrangalhador" como palhinha.
Hum. E usa-lo como seringa de supositórios líquidos?
Fica a dica para desbravar o mito e reduzir as desculpas.
No fundo, as mulheres andam a tentar controlar esta merda toda e nós assistimos.
Têm comprimidos vaginais, a maior parte da publicadade é com coisas para elas (se bem que aparecem algumas boas semi nuas a pensar em nós) e mesmo que tenhas o comando da televisão na tua mão, ela tem a ficha e a tomada.
Temos de ser perspicazes e dar-lhes a volta.
Como, perguntarão vocês, sem perder regalias e evitando amuos e climas tensos?
Simples. Comprem uma televisão para vocês e arranjem um computador com internet.

As mulheres são como as minis. Cada uma tem a sua forma de ser pegada, de ser ingerida, o seu sabor e a sua forma de ser aberta.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

segunda-feira, novembro 30, 2009

Isto ainda há coisas que...


Uma coisa com a qual concordo e já escrevi aqui anteriormente, é com a igualdade entre homens e mulheres.
Devemos ter os mesmos direitos e as mesmas oportunidades.
E este é um pensamento bonito, mas e na prática?
Quantas vezes não lhes damos oportunidade de escolherem, ou decidirem alguma coisa e ouvimos "tanto faz", ou "é igual", ou "tu é que sabes. Para mim as 4 hipóteses são boas".
Oh please. Querem, ou não querem participar no acto decisório?
Então, o macho decide, por exemplo, ir jantar num restaurante italiano.
"Hum, vamos ao italiano da esquina? Hum." - diz a gaja.
Percebemos que algo não está bem e perguntamos outra vez se prefere outra coisa (isto, depois de lhe ter perguntado umas 2 vezes o que queria fazer, de ter dado hipóteses e de ter ouvido "tanto faz").
"Sabes, não me está a apetecer muito massa. É muito pesado para jantar."
Ouvido isto perguntamos o que sugere.
"Tanto faz, mas massa não me apetece."
Vira-se o carro e segue-se em direcção a outro sítio com umas espetadas de tamboril bem boas. É um prato mais leve e ela gosta de peixe.
"Ah vamos aí?"
"Bom, o que virá desta vez". - pensa o coitado.
"É um sítio muito grande e apetecia-me estar num sítio mais acolhedor bem pertinho de ti".
"Podemos ir ao Quebra-Bilhas." - diz o macho, já com pouco entusiasmo.
"Aí não. Está muito barulho. Queria um sítio mais calmo."
"Como por exemplo?" - diz o macho, reparando que ela tem alguma coisa em mente.
"Não sei. Tu é que conheces os sítios."
"Mas tens algum em mente?"
"Não. O importante é estar contigo."
Como terminou a frase de uma forma querida, o macho ganha novo fôlego e lembra-se de um sítio que encaixa na descrição e faz inversão de marcha.
"Vamos ao Zé Tó?" - diz a cabra com voz de desilusão.
"Não gostas do Zé Tó?"
"Gosto, mas vamos sempre aí. É sempre o mesmo."
Pára o carro e de forma ainda meiga, para disfarçar a falta de vontade de estar ali, pergunta à gaja:
"Vá. Diz aí um sítio. O primeiro que te vem à cabeça. Fechas os olhos e lembras-te de..."
Ri-se e diz:
"Não tenho grande imaginação. Não estou a ver nada."
"Então, que te apetecia comer?"
"Não tenho grande fome." - diz a vaca.
O gajo desnorteia e segue para casa, porque a vontadinha de um jantar a dois num restaurante ficou algures entre as indecisões e as inversões de marcha. Até o ambiente foi para o galheiro. Ela está gira que está, mas o romance foi-se e se for para come-la só à canzana contra o lava-loiças, dando-lhe palmadas com o ralador.
O gajo apenas quer chegar a casa, respirar fundo e fazer uma massa qualquer, porque entretanto, já é tarde para estar com grandes invenções e mesmo farto do início de noite, está com uma fome que nem vê bem.
"Pronto, nunca vamos a lado nenhum. É sempre a mesma coisa. Nunca me levas a sítios bonitos. Ficamos sempre em casa, ou então vamos beber copos com os teus amigos. E nós? E seres um bocadinho romântico de vez em quando?" - e felizmente amua e cala-se.
Sim, o ambiente está uma merda, mas pelo menos está calada. E agora, o gajo só tem vontade de dar um grito à Tarzan, espetar-lhe o nabo, atira-la contra a parede e chamar-lhe osga.
No entanto, provavelmente, o mais parecido com sexo que vai ter nesse dia, é sentir o bafo dela no focinho quando estiverem a dormir.
Bom, pelo menos não pode queixar-se que ele não está em contacto com o seu interior.
O macho até é romântico, mas a falta de capacidade adivinhatória é que atrapalha.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

terça-feira, novembro 24, 2009

O Jantar de tertúlia, nos anos 50


Realizou-se no dia 24 de Outubro de 1950, nesta nossa bela cidade de Coimbra um jantar de Tertúlia onde estiveram presentes alguns dos mais ilustres filhos da nação.
Neste encontro, os colegas de curso puderam matar as saudades que se foram acumulando ao longo de toda uma época de trabalho.
Como não podia deixar de ser, foi celebrada uma missa na Sé Nova em homenagem ao Senhor Professor Doutor António de Oliveira Salazar, a qual foi acompanhada no canto pelo Dr. Sengo, e no órgão pelo Dr. Guterres, que deixou extasiados alguns tertulianos.
“Foi um cerimonial muito bonito, espero que o Doutor Salazar esteja à frente dos desígnios da Nação por muitos e longos anos”, disse o Dr. Almancil não conseguindo esconder as lágrimas.
A emoção apoderou-se de todos quando o Dr. Sengo, recentemente eleito Regedor de Província, recitou uns bonitos versos da sua autoria.
Seguiu-se um desfile pela Alta até ao velho café do “Académico” onde, num ambiente de maior descontração, cantaram uns fados de Coimbra, sempre acompanhados, como não podia deixar de ser, pelo vinho tinto que dá de comer a tantos compatriotas nossos.
Pelas 20 horas da noite, os insignes doutores dirigiram-se até ao restaurante, que propositadamente havia feito umas ementas em homenagem aos seus tempos de estudantes.
“Admirável como conseguem imitar o sabor a Lombo”-afirmou um dos convivas, o Dr. Mário.
Durante o maravilhoso repasto debateram-se inúmeros temas, discutidos superiormente por tão ilustres cabeças, como por exemplo a calma que se vive nas colónias, a nossa relação com Itália, a visita de uma célebre actriz Carioca de nome Maité Proença.
Este assunto empolgou os tribunos, “casa com o Salazar”, diziam uns, “respira beleza e encanto, típicas de uma Brasileira”, contrapunham outros.
Para concluir o encontro, realizou-se na Praça da Canção um Sarau Monumental abrilhantado pela presença das mais belas meninas da alta sociedade Coimbrã, que esperam encontrar ali um bom marido.
O encontro foi um verdadeiro sucesso, esperando-se a realização de um outro em Maio.
Saudações Bacantes
Dr. Sardinha

segunda-feira, novembro 23, 2009

Unhas


Estava eu no meu escritório entre consultas importantíssimas que alteram radicalmente a vida de quem as recebe. Que acontecem de X em X tempo, não sendo X uma constante mas sim uma variável, ou seja a olhar para o patego, quando me lembrei de contribuir com algo para o nosso sumptuoso Blog. Com esse intuito lembrei-me de uma temática que pode pôr em causa, de uma forma irremediável, a relação de um casal., e lá estão vocês a pensar “pronto lá está ele a pensar em sexo outra vez”. Não, desta vez não estou, refiro-me como é óbvio à unha, à unhita, à unhaca. Quer a dos pés quer a das mãos, vamos lá imaginar o que seria se a fêmea Alpha, ou seja uma qualquer coisa Chaves, tivesse a bela da unhaca completamente fossilizada, escura, a roçar o Mantorras, seria o suficiente para não existir uma qualquer aproximação. Mas se a mesma estiver arranjadinha, lá volta a referida fêmea a atingir o seu estatuto de Desusa. Ou seja os pormenores contam muito e a unhita é um pormenor apenas e só essencial, não faz é qualquer tipo de milagre pois se uma tal de Odete S….. tivesse a unhita bem tratada, linda, completamente esbelta, cheia de brilhantes e cores então, e acho que falo por 99,9% dos homens, com a honrosa excepção do comendador dos Algarve, continuaria a ser uma das ultimas mulheres com quem alguém com o juízo todo teria algo. A não ser que fosse obrigado, e obrigado falo a estar em coma e terem dado viagra em vez de soro, estar amarrado sem qualquer hipótese de roer uma cicuta ou então estar completamente embriagado naquela fase em que já só há princesas…

Moral da história, a unhita não torna ninguém mais apetecível mas pode, e tira, o interesse todo a alguém quando está mal tratada.


PS: Acho que desta vez bati o teu castanhito Alma.



Um abraço Sengo

sexta-feira, novembro 20, 2009

Maricas disfarçados


Já pensaram na morte horrível do leitão?
O bicho primeiro é capado, mais tarde é esventrado e por fim enfiam-lhe um pau no pelo cú acima. E há pessoal que aprecia isto.
Haverá forma mais cruel e abichanada de cozinhar um animal?
Sim, há.
Frango à maricas.
Este é mesmo o nome do prato.
O frango está no tabuleiro, tudo pronto para ir para o forno e enfiam-lhe um limão no cú.
Há pessoal que chega a fazer quilómetros só para comer um bom frango à maricas, mas no quotidiano são homofóbicos.
Mas o que é isto?
Enfiar merdas no cú dos animais, sim senhor, está correcto, mas se vêem uma bicha, desvia-te que pode ser contagioso.
Hum. Será a preferência por estes pratos mariquices disfarçadas?
Enfim. São questões que não compreendo. Isto e o facto da revista Maria não ter site na internet.
Queremos nós evoluir e o que fazemos? Afastamos a Maria da Internet.
Meus amigos, sem a Maria nunca teriamos sabido que os tomates doidos depois de um esfreganço numa amiguinha não explodem. O leite é que coalhou. Ou que não faz mal à mulher masturbar-se com o chuveiro, ou que a menina que usou as cuecas do namorado não vai engravidar graças a isso.
Pior do que isto e sinal do atraso do país... até me custa dizer... pronto, eu digo.
Estou a fala do Bord'água.
O almanaque, também, não tem site na internet. Uma das revistas mais vendidas do país.
Como é possível? Como podemos nós querer aproximar-nos de países como a Alemanha, ou Inglaterra, se não temos a previsão das luas e do tempo a longo prazo do Bord'água?
E depois queixam-se que a terceira idade é pouco culta.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

terça-feira, novembro 17, 2009

Triste e Revoltante


Pessoal peço desculpa por vos desiludir, mas o cú do post anterior não é meu.
É verdade. Podia ser. Lá isso podia. Mas não é.
E digo isto com uma certa mágoa por pensarem que eu era capaz de uma coisa daquelas.
Será que alguém pensou no que sentiu a parede, quando foi penetrada daquela forma?
A falta de lubrificação é notória, mas apenas se fala do homem que ficou preso e não dos horrores que a parede sentiu na tijoleira.
Não estamos perante uma tentativa de assalto. Estamos perante um crime de violação.
Que eu saiba, a parede ainda não foi ouvida, mas certamente não deu o seu consentimento para o acto de penetração.
E deixem-se de risinhos, porque todos nós temos, ou já tivemos, uma parede de que gostamos. Gostamos tanto da nossa parede, que a pintamos para a tornar mais bonita. Os mais ciumentos e possessivos, chegam a vestir a sua de azulejos para que ninguém veja a sua cor, a sua essência, o cimento no fundo.
Os masoquistas desenham uma mulher na parede, com a pássara na ficha eléctrica. Dizem que são "ripadas de pôr os cabelos em pé".
Será que ainda ninguém se lembrou de criar uma associação de defesa dos direitos das paredes?
Quer dizer, existe uma Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Mamona de Caracol, mas ninguém se lembra das paredes deste país.
É triste e revoltante para onde esta sociedade se encaminha.
Quando estamos com uma mulher, temos de ter todas as cautelas, mas "estão-se nas tintas" para as paredes.
Aliás, como as coisas estão, não deve estar muito longe o dia em que para salvaguardar os nossos interesses, antes de "espetar o nabo", pedimos à mulher que assine uma declaração onde autoriza que o homem tenha relações sexuais consigo e ainda lhe dê espaço de manobra para umas lambidelas aqui e ali.
Esta declaração estará sujeita a reconhecimento de assinatura presencial, caso contrário, a mulher terá 8 dias para se arrepender e apresentar queixa por violação.
E é esta a realidade do macho.
Antes era quando nós quisessemos. No futuro, será conforme o aconselhamento do advogado da mulher.
Quem ganha com isto? Os grandes escritórios de advogados.
Quem fica a perder? O Zé Tolas.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

segunda-feira, novembro 16, 2009

Almancil: assaltante preso num buraco durante cerca de 12 horas


Um individuo de nacionalidade Portuguesa de 28 anos residente em Almancil ao tentar assaltar o Supermercado Alisuper na sua área de residência, viu-se inesperadamente preso num buraco que dava acesso directo à garrafeira do supermercado. Após introduzir a parte de cima do corpo no buraco, o jovem delinquente acabou por ficar preso.

Depois de muita força para recuar à via pública, completamente entalado acabou por desistir da tentativa de se soltar. E assim ficou desde as 22.00 horas de sábado até perto das 09.30 de domingo, quando foi descoberto pelo proprietário.

Pedro, mais conhecido por "Almancil", ou por "a visitante" pseudónimo que costuma usar num blog de referencia de nível nacional, tentava entrar furtivamente no supermercado a fim de roubar algumas garrafas de vinho para um jantar que costuma organizar com a sua ceita em Coimbra. Ao que parece, o elemento encarregue de trazer o vinho Rui Veteranorum não tem cumprido bem o dever, e Almancil decide então por as mãos à obra.
Esquece-se este senhor que a barriga já não é o que era, e com o tempo ela tende a crescer (bandida!) então, decidiu fazer uma coisa que não é seu costume e que repugna, tentou penetrar num buraco, não estando este habituado a tal coisa acabou por ficar preso, as calças descaíram e assim ficou a noite toda de rabo para o ar. Facto este que foi aproveitado por inúmeros gays residentes na zona.

António Simões de Oliveira dono do Supermercado Alisuper explicou ao Diário de Notícias que quando chegou ao local e se deparou com a situação, cheio de pena, teve quase para desculpar o jovem advogado tal era o estado do seu traseiro, no entanto este não podia perder a oportunidade de aparecer na televisão e decidiu chamar a policia, os bombeiros o jornal e a TVI.

Depois de ter sido libertado pelos Bombeiros, a GNR de Almancil, deteve o jovem por flagrante delito em tentativa de assalto a estabelecimento, tendo este sido horas depois libertado por ter anteriormente prestado grandes serviços à sociedade. Este ao longo da sua vida prestou um grande contributo para a dinamização da blogosfera nacional bem como para a educação de inúmeros jovens que frequentavam o blog onde escrevia. (É de referir que a comunidade homosexual de Almancil também manifestou o apoio ao "a visitante" claro na expectativa de que repetisse a brincadeira).

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=99923

quinta-feira, novembro 12, 2009

Notícia de Ultima hora 2!!!


Mais um abandono no Sporting...

Clássicos do jantar - 3º episódio (a descoberta do Rui)


Sengo: Queres ver como é grande e chega aqui?
Rui: Queiram os anjinhos que seja verdade.



Sengo: Eu disse que era grande grande.
Rui: Sim senhor. Até me cegaste. Já estou pronto para me vou alistar nos bombeiros voluntários de Mafamude.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

quarta-feira, novembro 11, 2009

Notícia de Ultima Hora!!

Sporting contratou Saramago como treinador!
Com ele Jesus está fodido....

terça-feira, novembro 10, 2009

Clássicos do jantar - 2º episódio


O pessoal, depois das imperiais do académico, cujas fotografias ficaram tão bem que pô-las aqui seria um sacrilégio, sobretudo para quem estava nas fotografias (pronto, fiquei mal como cornos), começou a juntar-se na mesa da confraternização. Este era o lado menos fixe. O fixe está do meu lado direito, onde estava o vinho bom. Vá, como estava no meio eram os dois fixes, mas a virtude estava, como sempre, no meio.

Bebemos um copo e o que aconteceu?











A loucura explodiu.

















A alma na voz que veio à tona do vinho.


















Mario - "Também quero ser como vocês."
Sargento: "Apoiado. Eu também quero, mas tenho vergonha de pedir."




Enfim, este é o início.
O próximo trará a conclusão dos 2 posts.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

segunda-feira, novembro 09, 2009

A pessoa certa, a que meche e o Abreu


Este parece um título da revista "Maria", eu sei, mas tem sido um tema debatido entre mim e uns amigos e aqui fica a conclusão (sim, porque como tenho um desconhecimento do ser humano, vou escrever a conclusão a que chegou um grupo de pessoas).
E se um dia conhecesses duas pessoas:
- uma que gosta da mesma música, hobbies, viagens, cozinha, com 90% de coisas em comum, vá.
- outra que pouco tivesse em comum, mas que te "puxava".
Qual escolherias?
Coisas em comum é bonito e tal, mas e o que dá "tesanita"? Onde está a faísca da loucura?
"Vamos comer um cabrito, beber um Esporão e dar uma volta" - seria este o dia-a-dia?
Já com a outra "ui que bom. hum" e por aí fora, para além de que nos faz cometer loucuras apenas porque sim.
A diferença está entre sentir e racionalizar e saber qual dos dois pescoços queres afagar.
"E juntar as duas?" - pensarão vocês. Era uma ideia, mas não sei se elas alinhariam.
Ah, as duas numa só?
Bem, essa seria a gaja perfeita e isso é um mito urbano.
Então, qual escolher?
É fácil. Vai-se experimentando.
Mas cuidado. Olhem o Castelo Branco que começou a experimentar e acabou por "apanhar" o Frota.
Não pensem que estou a gozar com o homem, ou que sou contra a homossexualidade. (esta passagem de assunto foi forçada, eu sei, mas acho que sim, porque está bem e sim senhor) Antes pelo contrário. Sou bem a favor.
Homossexualidade quer dizer menos concorrência para mim, no mercado da fêmea.
Mas o homossexual é uma pessoa que ainda não consegui compreender.
Se um gajo lhe disser coisas como "vai levar no cú", ou "paneleiro de merda", ou "chupa-mo, brochista" pode levar a peito e ficar ofendido. Não percebo.
Se uma gaja me disser "vai comer uma rata", "hetero de merda", ou "lambe-ma, minetista" eu não fico lixado.
Quem é o preconceituoso aqui? (agora, meti uma aguardente num estômago cheio de cerveja e vinho)
O gay devia ficar lixado, sim, se uma gaja lhe dissesse "chupa-me as mamas". Aí sim. Está a dizer para a pessoa fazer uma coisa que não gosta, ou que o enoja.
Vai-se lá perceber.
Mas o hetero é lixado.
Só para confundir os gays, alguns machos criaram um grupo para fazer pirraça com quem dá para o outro lado. Estou a falar dos "metrossexuais".
Ah punheta. Eu gosto de brincar, mas essa ideia bateu tudo. Mostram o prato ao abafador e depois dizem que gostam de gajas.
É como ir a uma cervejaria de propósito e dizerem que só têm cerveja sem alcool.
Enfim.
Como se não bastasse, ainda querem dar outro nome ao casamento entre homossexuais.
Oh please.
Casal hetero - "Então, já têm data para colmatarem?"
Casal gay - "Já. Vamos colmatar dia 31 de Julho. O Fernando e o José colmatarão no mês seguinte."

É como os tarados - cada um tem a sua cabeça, mas muitos pensam com a que têm mais à mão, deixando a outra para o futebol.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

quarta-feira, novembro 04, 2009

Deixa-te de fitas


Ora aqui está mais um exemplo de que não é possível compreender as mulheres, nem saber o que elas querem.
Os gays não nasceram a gostar de outros homens. Apenas são homens que desistiram de tentar compreende-las. Pronto, sacrificaram o cú como forma de revolta contra elas, mas foi a forma que encontraram de manda-las à merda sem serem acusados de ofensas à integridade física, ou violência doméstica.
Não seria mais fácil pôr-lhes os palitos? Também é uma medida drástica e horrível (convém dizer isto para não ferir a sensibilidade das nossas leitoras), mas também pode ser uma forma de revolta sem ter de "alargar novos horizontes".

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

terça-feira, novembro 03, 2009

Preconceito - I


A nossa sociedade é injusta (grande frase para começar, hã? Até pareço um gajo do bloco de esquerda a fazer política com verdades que estão à vista de todos, as quais parecem novidades só porque são ditas por alguém).
Por que raio tem de existir a ideia de que uma mulher, se tem muita saída com os homens, é uma meretriz? Porquê?
O resultado desta ideia, que se espalhou pela sociedade portuguesa, é um incentivo à inibição feminina. Isto implica que tenhamos de nos esforçar ainda mais para romper uma cueca.
Pior é quando ouço esta ideia a sair da boca de um gajo que nasceu na década de 80. Quer dizer. Está tudo doido? Elas já por si gostam de se armar em difíceis, sendo autênticos controlos anti-natalistas por natureza e ainda lhes espetamos estas ideias.
Depois, o mesmo gajo que cuspiu aquela ideia de merda, ainda se queixa que está mau e que tem tido pouca saída. É o fim da picada.
Eu sou a favor de mulheres com a rodagem feita. Nada de virgens, nem de pouco experientes.
Com as virgens vai às pinguinhas com medo da dor, de não ter jeito para aquilo, de ele não estar a gostar. Uma seca e muita dor de tomates garantida.
As pouco experimentadas, já sabem que, com jeitinho, não doi, mas ainda há áreas onde não estão à vontade e não se libertam. É menos secante, mas requer que sejamos bons formadores com paciência e alguma pedagogia.
Mulheres do meu Portugal, ataquem-nos sem medos dos rótulos desta sociedade invejosa. São ideias que surgiram das frígidas e dos homens frustrados por não conseguirem ter orgasmos múltiplos.
Eu sei. É lixado. Bem que podiamos ter uns 5 orgasmos de empreitada, mas não. A natureza é perfeita. Imaginem que tinham orgasmo múltiplos. Só paravam quando ela começasse a arrotar, não?
Não se fartam de apregoar a liberdade sexual e a igualdade? Então, porque esperam? Eu ainda não provei nada proveniente dessas ideias fantásticas.
Vamos lá a despachar e mostrar a esses fascistas do que são feitas e que nenhuma rata se deixará intimidar por rótulos conservadores e antiquados.
Soltem a bichana, que não serve de mealheiro. Os orgasmos foram criados para se terem e não para serem guardados na mesa de cabeceira ao lado da caixa dos comprimidos para a dor de cabeça.

Para terem o papo cheio, têm de alimentar a rola.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

segunda-feira, novembro 02, 2009

Andar à mama


Estava aqui a pensar.
Acho que todos já jogaram, uns há mais tempo que outros, monopólio, uno, magic e outros que tais que nos entretiam na altura do ciclo e do secundário.
Depois, crescemos e passamos a jogar trivial e jogos de estratégia.
Mas, hoje em dia, se oferecermos um destes jogos caros como cornos, às novas gerações a primeira pergunta que vão fazer é: "onde está o comando?"
No entanto, há coisas que nunca mudam, como por exemplo a grande discussão relativamente à preferência do tamanho do castanho à volta do bico da mama.
Uns preferem mais pequeno. Outros preferem grande.
E como elas sabem que isso é alvo de discussão, é precisamente a parte que lhes interessa tapar. Podem ter a mama toda ao léu, mas se o castanhito estiver tapado, nem que seja como uma concha de berbigão, pronto, já se sentem vestidas.
Minhas amigas, se perguntarem a um macho à séria o que ele prefere em termos de dimensões do castanhito ele vai responder: "eu quero é mamas."
É engraçado e bonito, mas a piada está sobretudo na mama propriamente dita. Dêem-lhes uma mama "tábua de passar a ferro" com um bico e castanhito do tamanho que o gajo diz gostar e logo o vêem a babar para cima de um 36, copa B da triunfo (sim, porque os tamanho dos números mudam consoante a marca - tal como as mulheres, até estas punhetas têm de ser complicadas).
O bico da mama é engraçado, mas a mama é que mexe com a multidão. Até as crianças sabem que é mais fixe brincar com o balão do que com o fio, ou o pipo, digamos assim.
As mamas são fantásticas. Normalmente, são redondas, fofas e macias e ainda por cima vêm aos pares. Quando achas que já acabou, olhas para o lado e lá está outra.
E ainda são versáteis. Podes usa-las como almofadas, ou junta-las e servirem de tigela para a salada de fruta, ou como suporte para uma mine. As mais pequenas que não se sintam tristes por não poderem fazer de algeroz. Ponham chantili e serve de tartelete. Ai, ai.

Estarão a perguntar "o que têm as mamas e ver com o monopólio?"
Eu respondo: nada, mas que é um jogo de andar à mama, lá isso é.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

sexta-feira, outubro 30, 2009

Desculpas delas


Ainda estou a pensar se já escrevi sobre este assunto, ou apenas falei dele várias vezes com o pessoal.
Se já escrevi, aqui vai outra vez.
Do que vou falar?
Das desculpas. Mais precisamente das desculpas delas para fugirem com a pássara do alpista.
E comecemos pela desculpa do "estou cansada."
Que desculpa é esta?
Tanta coisa que está gorda, que tem de se inscrever num ginásio e está cansada para se deitar um bocadinho e tratar da nabiça?
"Ai, isso também cansa." - dirão aquelas que enfiaram o barrete.
Ficam por baixo, ou de lado, bem confortáveis e até vai lendo.
Como é possível alguém dizer que está cansada para ter um orgasmo?

A desculpa do "estou com o período".
Eeeeeeeeeeeeeeeeeee.
Desde quando é impeditivo?
Até ajuda a escorregar.
Para sexo oral, torna-se um pouco mais complicado, a não que ele seja apreciador de cabidela de bacalhau, mas de resto está tudo operacional.
Além disso, o sexo alivia a dor de cabeça e dores menstruais.
É eficaz e não ataca o estômago (mesmo que engulam).
Esta é, sem dúvida, uma desculpa com um elevado grau de incoerência.

Desculpa do "não tenho a depilação feita".
Oh please.
E depois?
Brincar com peluches é fixe de vez em quando, dá para quebrar a rotina e ainda amortece o impacto.

E como não podia deixar de ser, a desculpa do "doi-me a cabeça".
Esta do "doi-me a cabeça"... Ai, ai.
Será que preciso de dizer alguma coisa?
Ah, mesmo assim vou dizer.
Esta desculpa foi tão usada ao longo dos anos, que actualmente, mesmo que a mulher esteja com uma dor de cabeça horrível, é melhor dizer que está doente (hum, não sei se dava), grávida (hum, dava origem a muita conversa, sobretudo se se tem baldado nos últimos meses), ou que antes de se chamar Joana, chamava-se João (esta pode não ser credível, mas tira-lhe a vontadinha toda - visulizar a mulher com mais inchaço entre as pernas do que no peito, tem que se lhe diga).
Qualquer uma destas desculpas é mais credível do que a dor de cabeça, mesmo que seja verídica.
A culpa não é nossa. Apontem, antes, o dedo a quem usou e abusou da "dor de cabeça".
Até a própria expressão "dor de cabeça" dá vontade de rir. Tanto é, que passou a chamar-se "enxaqueca" para parecer mais sério e tenebroso.

Enfim. Hoje em dia, arranjar-se uma boa desculpa para não se alimentar a bichana é uma "dor de cabeça".

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

terça-feira, outubro 27, 2009

Clássicos do jantar - 1º episódio


Cá estou de volta do jantar de tertúlia.
"Como foi?", "Como correu?" - perguntarão aqueles que não foram.
Foi muito fixe.
Experimentamos uma tasca diferente, mas ficou a saudade pelo jardim da manga.
Foi um fim de semana em que deu para descobrir muita coisa, como por exemplo:
1 - Existe um café xpto do outro lado do rio que fabrica a sua própria cerveja, em que o maior elogio que posso fazer à mesma é que é fresca, porque gás, só se tiveres comido feijão e fizeres uma ligação directa.
2 - Fiquei a saber que um membro da tertúlia domina o italiano.
Confraternizamos com um grupo de italianos e ele fazia a ponte linguística entre nós e os italianos com expressões que decorei (porque o saber não ocupa lugar) como por exemplo:
-"Sientia aquie. Sientia."
Para quem está a rir, fique a saber que o mesmo estava a falar com duas italianas para saber como se chamavam e correu mais, ou menos assim:
-"Então, tu te chamias X e tu eres la chaimitie."
-"No chaimite. Io soi Carlota." - disse a italiana.
Sublime o italiano do homem num estilo pós moderno e perfeitamente ao alcance daquele grupo, ensinando os próprios italianos a falarem a sua própria língua.
E o que fazer quando encontramos alguém que conhecemos, mas não nos lembramos do nome da pessoa?
Simples, façam como eu e digam:
-"Finalmente alguém para me pagar uma imperial." - digo eu com grande alegria por ganhar uma fresca de borla, enquanto a pessoa pensa que estou contente por a ver.
Já o nosso tradutor chega e diz:
-"Olha o..., então, tudo bem rapaz? Esta mini é para mim" - dizendo sem se atrapalhar e ficando com a minha mini.
Outra coisa que estes jantares têm de engraçado, é ter de partilhar o chão de uma sala com mais pessoas (convive-se mais; é engraçado, vá; pronto, é de borla e o pessoal tem de conter despesas).
No Domingo, o dia a seguir ao jantar, o qual é usado para recuperar as forças o estômago e os intestinos, acordei sentindo um odor estranho. Pensei:
-"Eh lá. Será que larguei uma pantufa e não dei por nada?"
Mas era estranho porque o cheiro não era constante. Surgia e desaparecia.
Abri os olhos ligeiramente, para não despertar completamente (eram 9h e tinhamos caído no colchão poucas horas antes) e vi o meu colega de colchão de boca aberta virada para mim e a respirar pela mesma.
Havia algum tempo que não acordava com o hálito matinal de alguém, até porque aprendi a dormir de costas para a pessoa para evitar essa situação, mas virar as costas a um gajo que bebeu uns copos valentes na noite anterior? Deve ser. Sim filho.
O que fazer?
Aproveitei para ir à casa de banho soltar o tarolo e voltei. O hálito do homem já me parecia brise toque e fresh.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

quinta-feira, outubro 22, 2009

Jantar de Tertúlia - Ponto de Encontro


Cabranagem,
Lugar de encontro, este sábado, dia 24 de Outubro, é no Académico, às 19h.
Se não nos virem, ou chegarem mais tarde, liguem para mim (parece uma música brasileira), ou para o Sengo, ou para o Sardinha.
Ah, informo, ainda, que chego na sexta.
Quem quiser pagar a minha companhia com uma imperialzinha, faz favor de reservar a mesma com antecedência.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

quarta-feira, outubro 21, 2009

O macho


Tenho escrito muita coisa sobre as mulheres e sobre os seus feitios, qualidades e defeitos, mas... e os homens.
Sim, nós também não somos do mais fácil e simples que há.
É verdade que somos muito básicos em alguns aspectos, mas e em relação a sentimentos?
Pois aí está um conceito do qual muitos fogem para nem terem de pensar nisso.
Como se sabe se um gajo está com uma mulher porque gosta dela, ou porque quer saltar-lhe para a cueca, ou porque quer continuar a saltar-lhe para cueca, ou porque acha apenas que não consegue encontrar ninguém melhor?
Não é fácil.
Os homens conseguem separar o amor do sexo, ou seja, não precisam de estar apaixonados, ou gostar da pessoa para dar a tal ripada. Se tiver um palminho de cara e for jeitosa, qual amor, qual quê. Até pode ser completamente oca, mas é coisinha que dura pouco tempo. É aqui que começamos a perceber se gostam, ou não da pessoa.
Se estão com ela há muito tempo, certamente, não será só pelo seu corpinho. De facto, o factor " longa duração" é um grande indicador do que o homem pensa em relação a ela (ou porque gosta dela, ou porque tem medo de arriscar e ficar sem ninguém).
No entanto, a complexidade da cebeça superior do macho não fica por aqui.
Ele pode amar uma mulher e sentir-se atraído por outra. Pode mesmo ceder ao desejo, sem nunca deixar de amar a 1ª. É só pela judiaria. Mas vá lá explicar-se isto à 1ª.
Qualquer homem que diga à sua mulher que esteve com outra, mas que não significou nada e que foi apenas sexo, mostra que não quer continuar com ela, pois sabe que essas declarações irão destruir a confiança entre os dois e que ela vai sair pela porta fora (não obrigatoriamente assim, mas existem grandes probabilidades de assim ser).
Logo, se é para arranjar uma amante, que seja um "topo de gama", ou uma mulher normal, mas com algo que a eleve acima de todas as outras. Sim, as mulheres normais e mesmo as que pertencem ao patamar "trambolho" podem ser grandes máquinas de ordenha, sobretudo as deste patamar. Reparem que se têm pouca saída, quando apanham alguma coisinha, toca a tirar a barriga de miséria e a dar tudo o que têm. As "topo de gama", óptimas para apresentar aos amigos, andam, normalmente de barriguinha cheia e assumem uma postura de patroas: "deixa lá ver o que ele sabe fazer".
No entanto, as "topo de gama" têm outra particularidade que é despertarem a atenção das outras mulheres sobre o homem que está ao lado delas: "o que será que ele tem para ter conseguido aquela?"
E quando somos obrigados a escolher entre a namorada e a amante? Entre o amor e o desejo? O que fazer?
Depende.
Se a amante está a trair o seu marido, certamente não será uma pessoa de confiança - se trai um, pode muito bem trair-te.
Se é pelo sexo, chuta para lançamento. Sexo é bom, sim senhor, mas mais dia, menos dia vai apetecer-te mais qualquer coisa, como por exemplo ter alguém que te ajude, ou que te ouça e isso não se consegue enquanto ela está a fazer o relato da bola.
Se já não tens grandes conversas com a tua mulher, estás a caminhar para o fim.
Se já não te apetece surpreende-la, ou ela já não te surpreende, será que ainda vale a pena dar luta?
Se a tu amulher passou a desleixar-se com a depilação e quando está em casa contigo veste sempre aquele fato de treino que detestas e que a faz parecer um gajo a ver a bola, começas a ver a amante com outros olhos.
No entanto, não te esqueças que quando a amante passar a namorada, é bem provável que ganhe todos estes defeitos de que falei.
Se estás farto, muda. Se não estás, aproveita antes que te fartes. Mas nunca fiques com alguém, apenas porque tens medo de ficar sozinho.
Viver uma mentira é como uma punheta: é engraçado, mas não tem emoção.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

segunda-feira, outubro 19, 2009

Deixa-te de fitas


Hoje, apresento uma cena mais histórica, onde ficam bem escarrapachadas as consequências de uma guerra travada e que muitos travam com mais frequência do que outros: os gases.
Se eu falasse dos gases, nunca mais saíamos daqui. E agora na época da castanha, parece que até os chamam.
E quando estamos com a nossa sra. a ver um filme, ou no aperitivo e começa a formar-se a bolhinha?
Saimos depressa, chegamos à casa de banho e nada. Assim que voltamos para junto da brasa, começa o intestino a fazer barulho e começa a corrida outra vez.
Mas não vou desenvolver mais este assunto.
Vejam a cena e quem não tiver som, olha, caga nisso.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil

quarta-feira, outubro 14, 2009

As boas


Ainda ontem estava a andar na rua e vi um hino ao sexo com inspiração divina. Sim, era uma gaja boa. Qual gaja, era um mulherão. Algo que só aparece nas revistas e filmes.
Mulheres destas, não cagam, meus amigos. Não podem cagar. Alguém consegue imaginar a Angelina Jolie sentada numa sanita, a largar bujardas e tarolos e a deixar a casa de banho impestada?
Só me surgiu uma ideia: "nã, não é para mim."
Não pensem que não tenho confiança nas minhas capacidades, mas chegar a casa todos os dias sem saber se ela ainda lá está, ou se está, mas acompanhada, dava comigo em doido.
Sim, ou pensam que uma topo de gama é como as outras?
Estas chamam mais a atenção e há lobos e raposas que atacam pela calada.
E se tiverem consciência do que são (boas), é bom que estejas à altura das expectativas em todos os campos, desde o sexual, ao financeiro.
Muita pressão.
Logo o que se faz?
Se conseguires lá chegar, apenas podes estar com ela para a "judiaria" e tirar fotografias para teres a certeza que não estás a dormir. Aí sentes-te um homem-espermatozoide - milhões a tentarem entrar, mas quem conseguiu dessa vez foste tu.
Pior é se consegues leva-la para a tua casa, aquece o ambiente e já quase sem roupa lembras-te que não tens borrachas. Estás em casa com um avião e não tens borrachas (estúpido).
O que fazer?
-Sair disparado há procura de uma caixa de preservativos.
Corres o risco dela ter perdido a vontadinha, quando chegares.
-Usas o linguaralho e o dedal?
Com língua e dedo para a primeira vez com um topo de gama, não será a melhor opção. Ela até pode gostar, mas é como ir a um vegetariano - comes, ficas bem, mas fica sempre o gosto a pouco. Além disso, pode achar que não o sabes usar.
-Podes optar por lhe dizer a verdade e que estás sem carapuços.
Das duas uma: ou passas por totó, ou riem-se os dois e já sabes que da próxima vez não escapa e que estás quase a chegar às minas de salamão.
Se passares por totó, certamente ela não volta a dar-te uma segunda oportunidade enquanto se lembrar, mas se combinares alguma coisa e ela aceitar, então, ainda estás no bom caminho.
-Também podes cagar na borracha e vais a escape livre, mas as boas são como as feiras - raramente és o primeiro a entrar. Logo, nunca se sabe qual o historial daquela pássara e muito menos se o alpista que já comeu estava, ou não estragado.
Enfim, fica ao critério de cada um, tendo a consciência que o homem tem duas cabeças, mas só tem sangue para alimentar uma de cada vez.

Beijinhos no sítio do costume.
Almancil